3 de set de 2010

Psycho Insane - Hajime Muroto


Sádico. Essa é a explicação mais simples e perfeita para definir Hajime Muroto, o surpreendente personagem que aparece unicamente nos últimos episódios do anime Gantz.
O estranho adolescente de cabelo azul e rosto de príncipe poderia passar despercebido em uma obra como Gantz se ele não fosse um serial killer sádico e manipulador. E se ele não fosse relativamente semelhante á Alex de Large, protagonista do filme Laranja Mecânica.

Que Hajime é o exemplo mais clássico de um psicopata não temos qualquer dúvida. Os indícios de que ele possui algum distúrbio psicótico é mostrado logo em sua primeira aparição e no desfecho da história o vemos chegar ao ápice.
No momento em que o vemos pela primeira vez, Hajime está caminhando pelos distritos pobres de Tóquio ao lado de seu "mentor" e comparsa, Kajimura. Armados com tacos de beisebol, eles estão para realizar um de seus maiores hobbys: espancar mendingos até a morte. Tanto Hajime quanto Kajimura são exatamente o tipo mais abominável de delinquente: atrás de uma aparência sucinta e comum, seus meios de diversão se resumem em torturar e matar pessoas que considerem estorvo.


Na marcante cena do assassinato de mendingos, eles se aproximam do gueto cantando uma música alegre, que curiosamente (ou não) é a mesma música que toca na esfera alieníngena Gantz antes de iniciar as missões e entrega de armas para os desafortunados participantes.Por mais que as vítimas tentem, nenhum apelo é suficiente para convencer os assassinos e embora aos olhos de um leigo Hajime e Kajimura pareçam iguais, existe um grande abismo a separá-los.

É necessário aqui analisar primeiramente Kajimura para que depois possamos analisar Hajime adequeadamente. Deixemos claro que a obra Gantz se destaca na ação violenta e o enredo propriamente dito e não na complexidade do psicológicos dos personagens. Assim, faz-se necessário que tomemos uma liberdade própria para estudá-los, especialmente no caso de personagens criados exclusivamente para anime, como Kajimura e Hajime.

Análise Essencial sobre Kajimura

Kajimura pratica assassinatos como uma forma de lazer. Mas seus métodos de tortura delimitam certo limite e como ele mesmo confessa "eu só mato". Essa justificativa pode parecer alienada á princípio, mas o fato de agir assim já é muito diferente da postura de Hajime. Em todos os casos,Kajimura mais do que agir, prefere assistir o desenrolar dos casos, sejam eles desentendimentos entre os demais ou as torturas praticadas pelo comparsa.

Hajime diz, em pensamento, que embora sejam cúmplices nos crimes, é sempre ele quem faz o "trabalho sujo". E Kajimura revela que utilizava o impulso psicótico de Hajime nos crimes por este ser menor de idade.Mas existe um fator psicológico que pode justificar essa opinião. Kajimura possui o ímpeto de agir como líder, querendo conduzir planos para que estes se desenvolvam exatamente como planeja, tendo assim a certeza de manter uma autoridade - evidente ou não - sobre os demais. É essa necessidade doentia de querer estar sempre no comando que o torna perigoso e ao mesmo tempo previsível. Kajimura é do tipo que, se as coisas não saem como o seu planejado, ele logo se altera e perde o autocontrole. Isso é demonstrado em diversos momentos durante a "caça" ao protagonista Kei Kurono.

Assim que sua primeira tentativa de matar Kurono com o consentimento dos demais falha e ao perceber a força do inimigo, ele se apressa em pegar uma refém e agredí-la. Kajimura então se torna o típico criminoso de alta peliculosidade. Revelando sua verdadeira índole perante os outros, Kajimura não se preocupa em inventar desculpas, pelo contrário. Diz, faz e ameaça matar quem não pactuar com suas decisões.

Quando Hajime continua em sua atuação de vítima, Kajimura se enfurece, perde o controle, age precipitadamente e fica ainda mais agressivo (talvez por não suportar a falsidade de Hajime ao acusá-lo). É nesse ponto que começamos a perceber que, embora Kajimura acredite veemente que o outro está sob seu comando, na verdade é o contrário.

Hajime é quem o manipula, deixando-o acreditar na primeira teoria para que assim possa descartá-lo quando achar o momento mais propício. O próprio Hajime desaprova a impulsividade de Kajimura e quando este faz a primeira refém, se mantém submisso perante ele não por medo (como Kajimura provavelmente pensa) mas para continuar com seu próprio plano.

Kajimura também é sádico especialmente quando envolve mulheres e em três momentos isso é confirmado. Mas é quando ele praticamente rapta a professora de Kurono e em seguida a tortura é que isso pode ser mesmo confirmado. E essa cena reforça a ligação de violência que Kajimura e Hajime praticam ocasionalmente, mostrado quando eles são flagrados pela polícia e "assassinados".

Para que possamos reforçar essa conclusão que será assumida posteriormente, avaliemos as duas cenas em particular. Um pouco antes da polícia invadir o galpão(ou quarto), Kajimura e Hajime estão com uma garota viciada em heroína (ou talvez dopada á força - a série não explica). Enquanto Hajime a espanca, Kajimura pede que ele pare apenas para tirar algumas fotos.
Segundo, quando os dois tomam a professora de refém e a levam para um determinado local do prédio e depois reaparecem diante dos demais personagens, a vítima jaz nos braços de Kajimura com o corpo cortado em vários lugares por Hajime (que segura a arma usada). Ao conseguir se desvencilhar dos criminosos, a professora revela que  "ele gosta de ficar me olhando. É um louco."

Em primeiro momento pensamos que ela se refere á Hajime mas antes de ser morta, a professora pega um pedaço de vidro e corta a testa de Kajimura. Se foi Hajime quem a torturou, porque ela atacou Kajimura? Impulso? Talvez, mas não foi isso que pareceu. Provavelmente a professora atacou Kajimura por crer que ele e não Hajime era o mandante da ação, pois era como líder que Kajimura se portava.

Juntando essa informação com as palavras da professora, concluimos que o sadismo de Kajimura não reside em praticar o ato de crueldade propriamente dito e sim assistir o ato sendo praticado por outra pessoa. Como ele assume que "só mata", contenta-se em ser um espectador. Talvez apenas encorajar os demais a assassinarem Kurono enquanto ele observasse um matando o outro até sobrar ele e Hajime fosse seu plano inicial. Mas, vendo que as coisas não se desenrolaram como pensava, ele se alterou e partiu para a violência.

Depois de ser ferido, desmascarado e abandonado por Hajime, Kajimura surta e abandona as estratégias, acatando a ordem onisciente de Gantz para matar todos. Quando Kurono o encontra, Kajimura já está completamente fora de si e então abre o jogo contando fatos mencionados anteriormente e dizendo que a vontade de matar Kurono surgiu apenas porque "a forma como você me olha me lembra muito o Hajime."

Kajimura então percebe que era manipulado por Hajime mas seu orgulho reluta á aceitar. E, para finalizar em "grande estilo", arma seu corpo com granadas e explode á si próprio na tentativa inútil de destruir Kurono.
Que Kajimura possui algum distúrbio psicótico é fato, mas ele não é um serial killer. Está mais para um observador, um vouyuer de cenas violentas de tortura e que, quando tem oportunidade de torturar alguém, opta para que outro faça isso. Perigoso por ser impulsivo e descontrolado.

Para terminar, é interessante notar que Kajimura sempre se mantém como espectador quando Hajime entra em ação. Porém, quando Kajimura que se manifesta, Hajime aguarda pacientemente. Revezamento? Não. Apenas uma clara demonstração da diferença psicológica de ambos.

- e finalmente, Hajime Muroto

Agora que já traçamos e explicamos o perfil psicológico de Kajimura, poderemos compreender melhor o perfil do jovem Hajime.
Como mencionado anteriormente, Hajime é um exemplo de psicopata altamente perigoso. É um serial killer sádico, isento de sentimentos para com os outros e dotado de grande esperteza. A diferença entre ele e Kajimura é evidente no espancamento de mendingos. Embora Kajimura se porte como líder, é Hajime quem conduz a tortura, que dá a sugestão da canção e se diverte com uma crueldade sarcástica - ele age como um gato brincando com ratos antes de devorá-los.

Mas é em sua aparição já sob as ordens de Gantz, que ele realmente mostra do que é capaz. De todos os
presentes na "sala", Kurono é o único que conhece a verdadeira índole da dupla, mas ninguém acredita em sua afirmação. Pois, agindo mansa e gentilmente, aos olhos de estranhos, Kajimura e Hajime não representam qualquer ameaça, especialmente Hajime. Afinal,como duvidar de um garoto de 16 anos tímido e gentil?

Esta é a melhor arma que Hajime tem em mãos. "Eu confio em minha boa atuação" é o que ele diz e essa é uma convicção justificada. Agindo de forma totalmente oposta á sua personlaidade, ele consegue ser praticamente outra pessoa para aqueles que não conhecem ou que se recusam a acreditar em uma mente doentia.

A excessão de Kurono, apenas Kosaki percebe as nuances oscilantes de Hajime. Notem que no início, toda vez que Hajime muda seu semblante por segundos, é Kosaki quem percebe, chegando sozinho á conclusão de que o jovem é psicopata.

Como todo psicopata, Hajime não consegue pensar em nada que não seja o bem dele próprio. Mantém-se passivo até o momento adequado, deixando que Kajimura conduza o plano enquanto aguarda o melhor momento de livrar-se dele.
A prova é quando os dois estão conversando sozinhos antes da missão de Gantz ter início. Kajimura acha graça no sadismo de Hajime quando este diz que, como teoricamente todos já estão mortos não há mal algum em matar os outros. Ele diz que deverão matar seis participantes mas em pensamento Hajime diz que "na verdade são sete, mas você não precisa saber". Ou seja, enquanto Kajimura acreditava que após matar todos os dois sairiam ilesos, Hajime já tinha a intenção de que quando se livrasse de todos, também mataria o comparsa.

Hajime pratica crueldades por diversão, consumido por um grande prazer em desferir toda a sua raiva em outra pessoa. É seu sadismo que o leva ao êxtase, tendo descoberto nisso uma fonte de diversão e talvez, alívio. E quando tortura Hajime é capaz de sentir o prazer de um algoz em vez de suportar o desespero de vítima que outrora foi.

Porém, diferente de Kajimura, Hajime não é impulsivo, preferindo aguardar o desenrolar ds acontecimentos sob uma máscara de inocente que sirva de escudo inicial caso seja encurralado, conseguindo assim adquirir a confiança alheia.

A capacidade de atuação de Hajime é profissional. Toda vez que é pressionado ou acusado na frente de estranhos, ele se acanha, desespera, chora, age como se estivesse sendo obrigado a cometer crimes por medo. E sua atuação é tão natural que revolta qulaquer pessoa que conheça a verdade. Kajimura é o melhor exemplo. Ele se enfurece quando Hajime diz ser "vítima das circunstâncias", acusando-o de forçá-lo a cometer crimes.

Quanto mais Kajimura se altera, mais Hajime atua, dizendo que os assassinatos que cometeu foram por ordem e ameaça de Kajimura. Hajime é tão hipócrita que alega ter matado um mendingo em legítima defesa.
Porém, não são poucas as vezes em que as nuances do rosto de Hajime contradizem suas palavras. Seja quando todos discutem, seja quando obtém uma informação importante, Hajime muda sua expressão por segundos. No momento em que ele e Kajimura são atingidos pela primeira vez por um ataque furiosa de Kurono no salão de festas deserto, Hajime grita e chora quando é atingindo, escondendo o rosto feito uma criança. Porém a razão de manter seu rosto oculto é porque secretamente Hajime está rindo. Rindo como um maníaco e a cena em que seus olhos verdes surgem entre a mão que esconde a face é memorável(até aparece na abertura).

Mesmo desaprovando em silêncio as atitudes impulsivas de Kajimura, Hajime não o contesta e continua o seguindo até o momento que revela sua índole aos demais. Na última armadilha que Kajimura e Hajime elaboram para matar os demais personagens, Hajime dispara a metralhadora como um louco e quando a arma trava e ele está prestes á ser alvejado, se desespera feito uma criança e isso faz com que sua vida seja salva pelo senhor Furusawa.

Só pelo simples fato de Hajime ser menor de idade muitas pessoas (a exemplo de Furosawa) acreditam que um criminoso comete tais atos por influências externas, como se sempre fossem vítimas das circunstâncias. Hajime então possui plena consciência desse tipo de opinião pública e faz bom uso dela. Ele usa e abusa de sua boa atuação, agindo como um jovem assustado e desamparado. E isso é uma das coisas que faz Kajimura perder a compostura por saber a verdadeira índole de Hajime é a de um psicopata sádico.

Quando Furosawa evita que os demais ataquem Hajime, ele se aproxima como se estivesse falando com uma criança e Hajime utiliza a bondade do homem para seu proveito.
Nessa cena, enquanto Furosawa pede que Hajime largue a metralhadora alegando que nada vai acontecer pois "sou diferente dos outros adultos", nota-se, por uma fração de segundos, que o semblante do jovem muda. A sutil tristeza no rosto de Hajime é autêntica e, ao conhecermos as linhas gerais de seu passado podemos crer por um momento que Hajime foi uma criança desamparada. E a atitude de Furosawa com ele o faz acreditar que talvez "eu precisasse de ajuda mas os adultos que diziam querer me ajudar estavam mentindo".

E, ao mesmo tempo que a atitude de Furosawa revela o lado frágil de Hajime, rapidamente este abandona tal fraqueza. Para Hajime, atitude do bom homem é falsa, como a de todos os outros(na concepção dele) de modo que ele prontamente recoloca sua "boa atuação" e, com um requinte de crueldade lança um disparo com uma arma de grosso calibre contra os outros usando Furosawa como apoio e escudo.
É assim que, ao estar á só com o senhor Furosawa e a jovem Mika, ele os tortura com todo o sadismo e crueldade típico de um psicopata de filme.

Somente no último capítulo, o real confronto entre Hajime e Kurono é que vemos o lado mais perigoso e insano do rapaz. Depois de queimar uma parte do rosto no sacríficio de uma de suas vítimas, Hajime abandona a diversão e se concentra em eliminar Kurono para se tornar o único sobrevivente.
E é durante esta batalha que conhecemos as linhas gerais ( e extremamente superficiais) do passado de Hajime, uma "justificativa" para sua psicopatia. Dominado pela raiva, frustação e insanidade ele conta que, durante a infância era espancado diariamente pelos pais e consequentemente tudo e todos ao seu redor o amedrontavam.

É provado cientificamente que algumas pessoas já nascem propensas a se tornarem psicopatas, mas é a criação e o convívio social que serão o fator definitivo para o impulso psicótico. Como Hajime foi um personagem criado exclusivamente para finalizar o anime Gantz(sendo, portanto, inexistente no mangá) sua ídole e passado são omitidos e suprimidos, obrigando a nós mesmos ter a liberdade de ilustrar e encontrar "justificativas' para sua mente doentia. Isso claro, mantendo o foco e aprofundando as informações deixadas na série.

Sendo assim, a forma desesperada e furiosa que Hajime conta para justificar suas cruéis convicções é que ele tortura pessoas pois isso lhe dá prazer e essa opinião vem da resposta que ele encontrou durante a infância. "Meus pais sentem prazer em me torturar. Então todos os adultos sentem prazer em torturar os fracos. Torturar e matar é uma coisa boa, pois eu me sinto bem fazendo isso." Essa linha de pensamento incoerente e doentia, para um jovem destruturado propenso á psicopatia é uma "verdade" justificável.

Todos sabemos que a violência doméstica contra a criança não se resume ao espancamento. É bem provável que Hajime tenha sido violentado e torturado devido á forma como se referia ao pai e pelo jovem atacar mulheres, pode ser que sua mãe - além de espancá-lo - não se importava com o que o marido fazia ao filho. Como ele mesmo diz: " tinha medo da minha mãe e meu pai dizia que ela era uma pessoa boa." Na cabeça de Hajime, como ela poderia ser boa se o agridia e permitia que o pai fizesse o mesmo? A conclusão que ele chega então é de que ser cruel é bom.

Essa linha de pensamento pode ser o que impulsiona Hajime e, ao longo do seu cresicmento ele conviveu com Kajimura que o incentivava a cometer atos ilícitos por saber que o rapaz apreciava tal coisa. Assim, se Hajime ainda poderia ter alguma salvação, ela se perdeu nesse momento. Afinal, Hajime passou a gostar de ser algoz.
Quando enfrenta o protagonista Kurono, Hajime é totalmente dominado por suas emoções, praticamente perdendo o controle e a racionalidade. Enquanto ataca, Hajime gargalha feito um maníaco mas á partir do momento em que é atacado, ele se desespera, perde as estribeiras e tenta se fazer de vítima mesmo sabendo que é inútil.Nos momentos finais da luta, Hajime já não fala coisa com coisa e quando Kurono lhe pergunta a razão de ele matar pessoas inocentes, Hajime utiliza justificativas absurdas e sem qualquer cabimento.

Hajime é completamente instável e maquiavélico, o queo torna altamente perigoso. Como ele mesmo admite, é um pouco fraco e covarde mas usando suas máscaras ele encontra meios de atacar traiçoeiramente. É um personagem altamente criativo mas que infelizmente foi pouco trabalhado. Sua semelhança com o Alex de Laranja Mecânica certamente não é uma mera coincidência, mas ele tende mais para o lado dos assassinos típicos de seriados policiais.

Já fisicamente Hajime lembra um pouco o Mello de Death Note e isso é reforçado quando ele tem seu rosto
queimado: fica exatamente parecido igual ao de Mello exceto por ser do lado direito.Claro que, por causa de sua insanidade ele é derrotado, muito embora seu destino permaneça uma incógnita para sempre. Mas embora Kurono tenha vencido e o transportado de acordo com as regras de Gantz, o enquadramento
da foto de Hajime não acontece como ocorre com todos os outros personagens que morrem - a foto simplesmente desaparece sem o enquadramento póstumo. Algo intrigante, sem dúvida.

Intrigante como o próprio Hajime.
 
 
 
~*~
 
analise by Tsu - que está fazendo cosplay de Hajime Muroto então não é preciso justificar nada.
 

2 comentários:

taty disse...

comecei a ver gantz a 2 dias e procurei saber + sobre o hajime e acabei aki. ótima reflexão sobre ele! estava pensando seriamente em ler o mangá só por conhecer esse personagem tão fascinante, mas agora q vc mencionou a inexistência dele no mangá, desisti da ideia, é 1 pena mesmo 1 personagem tão legal quanto ele ter 1 participação tão pequena no anime e nenhuma no mangá...
quando sairão os novos posts sobre outros personagens psicopatas? ele são na maioria os meus favoritos!
adorei seu blog, já estou lendo os posts sobre naruto e death note, bem legal!

Tsu disse...

Olá Taty!
Primeiro, muito obrigada pelo comentário! Nossa, é a primeira vez que me deparo com alguém que conhece o Hajime Murot ode Gantz e que, assim como eu ficou encantada com o personagem. Eu também acho que foi uma grande pena ele não ser uma personagem presente no mangá, existente apenas no anime para conlcuir. Entretanto a emelhança física dele é muito parecida com um personagem que aparece posteriormente no mangá de Gantz.
Sobre novas sessões de personagens psicopatas..olha eu não sei quando farie outra...tem vários personagens que gostaria de abordar..mas ai depende da idéia e do meu tempo disponivel. Vc teria alguma sugestão?
bjs

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